sábado, 27 de novembro de 2010

PODE-SE APRENDER A SER CRIATIVO?

Neste novo mundo, onde a concorrência é cada vez mais acirrada, a capacidade de
adaptar-se às mudanças constantes exige um alto grau de habilidade para lidar com o
novo e ser criativo.
Existem muitos mitos sobre a criatividade, tais como:
• Quanto mais inteligente você for, tanto mais criativo você será;
• As pessoas nascem criativas; criatividade não pode ser aprendida;
• As idéias criativas surgem como lampejos ou clarões semelhantes àqueles dos
relâmpagos, etc
Na verdade existe um grande equívoco no que se refere à criatividade.
Criatividade é um conceito relativo, salientando que os produtos ou serviços são
considerados criativos somente em relação a outros em um determinado momento da
história.
Sabemos que não basta que a resposta seja nova; é também necessário que ela seja
apropriada a uma dada situação.
Existem alguns catalisadores da criatividade, entre eles estão:
• Fluência – habilidade de gerar muitas idéias;
• Flexibilidade – habilidade de gerar idéias em diferentes categorias;
• Jocosidade – capacidade de experimentação do novo, alegria, irreverência;
• Imaginação – é essencial que cada um imagine que certas coisas podem
acontecer.
Diante disso a resposta à pergunta inicial é simples. Ninguém nasce criativo,
aprendemos a ser, desde que consigamos desenvolver idéias diversificadas sobre uma
mesma coisa, buscando alternativas prestativas, divertidas, excêntricas, bizarras e até
contraditórias.
Para ser criativo é preciso ter a capacidade de lidar bem com críticas, buscar
permanentemente uma forma diferente de fazer as mesmas coisas, ousar se expor e,
principalmente, ter coragem de enfrentar os desafios que se apresentam.
É este profissional que o mercado busca para capacitar as empresas com a excelência,
surpreendendo e encantando a todos.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

MOTIVAÇÃO: O RESGATE DE DENTRO PARA FORA

É interessante como muitas coisas são (e foram) escritas sobre motivação e como a procura por esta “ferramenta essencial” amplia-se a cada dia.

A motivação, por ser interna precisa dos sonhos para que se instale. Sem sonhos não há desejo, sem desejo não há vontade e sem vontade não há movimento. E é exatamente este movimento que faz com que as coisas aconteçam.

Percebo algumas pessoas que vivem reclamando das empresas em que estão trabalhando. Dizem que ganham pouco pelo que fazem, que a empresa não oferece benefícios interessantes e que não conseguem ver o próprio crescimento dentro da organização. É interessante mas, na maioria das vezes, as pessoas que mais reclamam são as que menos se empenham em mudar a própria vida.

Trabalhar não é uma escolha.

Parece obvia a afirmativa acima, mas algumas pessoas ainda não conseguiram enxergar que o trabalho, mais do que uma necessidade, é uma forma de exercitar ou resgatar a cidadania.

O sentimento de utilidade, de estar na ativa, faz com que as pessoas se sintam plenas.

Reclamar talvez seja mais fácil do que voltar a estudar, procurar se aprimorar, procurar aprender novas atividades, enfim, ampliar o próprio conhecimento.

Conheço poucas pessoas que trabalham por opção, a maioria de nós trabalha por necessidade; necessidade de se manter, manter a própria família, estabelecer relacionamentos, etc.

Diante de tudo isso é preciso rever as próprias posturas diante do trabalho. É preciso lembrar que ficamos a maior parte de nossa vida em nosso ambiente de trabalho, convivendo com pessoas com as quais não escolhemos conviver. Então, é preciso fazer com que este ambiente seja o mais sadio possível. Quando cuidamos do ambiente e das pessoas a nossa volta, estamos cuidando de nós mesmos.

Diante destas reflexões é importante pensar em nossas próprias motivações. Elas vêm de dentro para fora. Dos nossos sonhos, de nossas ações ou de nossas omissões.

Pense no seguinte: se o ambiente é um dos nossos maiores estímulos para que coloquemos os nossos objetivos e metas em pratica, somos também responsáveis em nos estimular, criando um ambiente sadio em torno de nós.

Não espere que alguém faça um trabalho que é seu.

Etienne de Castro Tottola